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Meu negócio é local. Por que ter um site se não vendo pela internet?

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É correto afirmar que efetuar vendas é uma das possibilidades que sua empresa ganha ao ter um site. Da mesma forma, é errado afirmar que um site só serve para essa finalidade. Caso fosse verdadeiro, todas as páginas da internet teriam como propósito comercializar produtos/serviços. E sabemos que não é isso que acontece.

Se o seu negócio for local, como um escritório de advocacia, um estúdio de arquitetura ou um restaurante italiano, você pode usar o seu site para atrair novos clientes e se relacionar com sua audiência.

A pesquisa do Google é amplamente usada por usuários que buscam soluções e serviços para seus problemas. Portanto, quando alguém procurar por “advogado civil trabalhista em São Paulo”, “arquitetos em Florianópolis” ou “restaurante italiano em Porto Alegre”, um site próprio passaria mais autoridade para os robôs de busca bem como transmitiria uma imagem muito mais profissional ao usuário do que um simples resultado com um endereço e um telefone.

Nesse caso, o site pode funcionar como um primeiro canal de contato entre seu negócio e seu público. E uma boa primeira impressão é fundamental para que esse visitante se transforme efetivamente em um cliente no futuro.

É importante ressaltar também, que as redes sociais são meios indispensáveis para a divulgação de sua empresa, bem como alcançar cada vez mais pessoas e possíveis clientes para conhecer seu negócio e usufruir de seus serviços.

 

Fonte: resultadosdigitais.com.br adaptado

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Saiba da importância de ter um site responsivo para seu negócio

Responsividade em dispositivos móveis

Imagine um smartphone com tela menor do que cinco polegadas tentando visualizar um site da web da mesma maneira que ele é visto na tela do computador. Não parece nada confortável ter que ficar trabalhando com zoom e scroll repetidas vezes para poder acompanhar o conteúdo, não é mesmo?

Por que ter um site responsivo?

Hoje, o mobile é uma realidade tão grande quanto o próprio desktop. Segundo dados de 2018 do IBGE, 69% dos brasileiros já têm acesso à internet via dispositivos móveis, enquanto os computadores contam com uma porcentagem de 38,8% de usuários no país. A cada ano que passa, cresce o número de domicílios conectados por mobile e cai o de desktops.

Se você é dono de seu próprio negócio, tem um blog ou e-commerce, contar com um site responsivo já é praticamente uma obrigação. Se seus usuários decidirem acessar sua página via mobile e ela não for otimizada, existe — segundo o Think With Google — 61% de chances de que eles simplesmente o deixem de lado devido à má experiência que você está proporcionando.

A experiência do usuário é importante

A usabilidade é um dos grandes pilares da experiência do usuário. Eu sempre digo que de nada adianta você desenvolver um site belíssimo, inovador e esteticamente atrativo se deixar de lado a portabilidade. Coloque-se no lugar de seu usuário e pense: o que você faz quando acessa via celular uma página que não é responsiva?

O Google favorece sites responsivos

Se você tem um site, com certeza quer que ele apareça nos primeiros resultados dos buscadores, certo? Bom, saiba que o Google favorece aquelas páginas que são responsivas, dando alguns pontinhos a mais no score e fazendo-as subir na lista e, consequentemente, aumentando o tráfego orgânico.

Quando a pesquisa está sendo feita via dispositivos móveis a preferência dos buscadores é ainda maior.

 

Nós, da Güte, desenvolvemos 100% dos sites de forma responsiva assim, a experiência do usuário será muito melhor quando o acesso for feito à partir de um dispositivo mobile. Vem com a gente!

Fonte: br.godaddy.com – Nadjine Terhoch

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Dicas de como aplicar uma entrevista comportamental

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Todos os profissionais, em algum momento de sua carreira, provavelmente já passaram por uma entrevista de emprego — um encontro que pode ser bastante tenso para o candidato, que muitas vezes se entrega ao nervosismo e acaba dando respostas clichês e previamente ensaiadas. Embora seja comum e compreensível, este tipo de comportamento pode prejudicar a conquista do emprego, já que os recrutadores desejam conhecer melhor os candidatos.

Para proporcionar maior conforto para o entrevistado e, principalmente, para garantir que a entrevista seja proveitosa para a empresa que está em busca do candidato ideal para preencher uma vaga, a entrevista comportamental pode ser uma excelente ferramenta.

O que é uma entrevista comportamental?

A entrevista comportamental é uma entrevista de emprego composta por perguntas elaboradas de modo a dificultar respostas ensaiadas, pois exigem que o candidato fale a respeito de sua história de vida e suas experiências profissionais. Trata-se de uma opção muito interessante para a empresa, pois permite a identificação mais profundo do perfil de cada indivíduo.

Dicas de como aplicar uma entrevista comportamental

Pergunte sobre situações ruins ou negativas

É absolutamente normal que, ao longo da vida profissional, as pessoas tenham que lidar com indivíduos e situações que são desagradáveis de alguma forma. Questionar sobre esses momentos é uma excelente forma de descobrir como o candidato lida com as adversidades e se ele é capaz de trabalhar em prol da equipe, mesmo em situações negativas. É preciso que o candidato saiba lidar com essas situações para que elas não afetem seu desempenho.

Questione sobre suas motivações

Fuja do clichê da pergunta sobre as motivações pessoais e profissionais com a pergunta “Você já teve que aceitar algo que não concordava?”, por exemplo. Analise a resposta do entrevistado,  isso lhe dirá muito sobre o pensamento coletivo e sobre como ele lida com as ideias alheias, sobre as ideias próprias e decisões que toma quando está em tal posição.

Pergunte delicadamente a respeito dos defeitos

Esta dica é para evitar o clichê na resposta do candidato : ao invés de pedir explicitamente para que ele fale sobre seus pontos negativos, pergunte “por qual razão você acha que poderia ser demitido?”. Essa pergunta induz o candidato a expor seus defeitos, demonstrar humildade e reconhecer que não é perfeito.

Aborde o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional

A vida profissional muitas vezes afeta o desempenho profissional, e isso é considerado natural até certo ponto. Questionar sobre situações em que o candidato teve que procurar um equilíbrio entre esses dois âmbitos e entender como ele agiu nessas situações é relevante para descobrir a capacidade do candidato em separar as suas realidades.

Fonte: www.sigaempreendendo.com.br

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Youtube desativará o sistema de mensagens

O Youtube, rede social direcionada a publicações de vídeos, fará uma mudança no mês de setembro que poderá afetar alguns usuários.

O envio de mensagens diretas será desativado na rede social e a partir de 18 de setembro essa função já não existirá mais, bem como algumas funções que fazem parte das mensagens diretas, como é o exemplo de compartilhamento de vídeos como mensagens, essa função será desabilitada antes mesmo do dia 18 de setembro.

Portanto, caso você seja um usuário que utiliza esse recurso de mensagens, há um modo de fazer uma cópia de segurança para que suas mensagens não sejam perdidas. Siga os seguintes passos para salvar uma cópia de suas mensagens:

• Acesse https://takeout.google.com/settings/takeout/custom/youtube.
• Na seção “YouTube”, selecione “Todos os dados do YouTube incluídos” para escolher os dados que você quer manter.
• Desmarque todos os dados, exceto “Chats”.
• Selecione OK.
• Selecione Próxima etapa.
• Selecione “Criar arquivo”.
• Você receberá um e-mail quando o arquivo estiver pronto.
• Faça o download de todos os seus chats como um arquivo .zip.

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A importância de criar um site para a sua empresa

A importância de um site está na visibilidade que ele traz para empresa, permitindo um maior alcance do negócio para o seu público alvo. Exibindo as informações mais relevantes sobre empresa, o site age  como uma vitrine do negócio, sendo o primeiro contato para muitos clientes em potencial.

Independente do tamanho da empresa ou do segmento de negócio, ter uma página na web essencial para criar uma presença na web e valorizar a sua marca. É difícil pensar em uma marca bem sucedida que não tenha um site na internet, não é mesmo?

Neste artigo, você vai entender a importância de ter um site, e conhecer as vantagens que uma presença na web pode trazer para você e a sua empresas. Vamos lá?

Quais as vantagens de ter um site em relação à rede social?

Há quem pense que as redes sociais são o suficiente para criar uma presença online e interagir com a audiência, mas comparadas com um site, elas são plataformas limitadas. No entanto, isso não quer dizer que elas não tenham utilidade, muito pelo contrário, elas servem como ferramentas de apoio para o site.

Um site promove sua empresa 24 horas por dia, 7 dias por semana. Nenhum funcionário é capaz de fazer isso.

Para ter uma ideia da importância de um site, considere vantagens, como:

  • Credibilidade – um endereço na web fortalece a sua marca;
  • Visibilidade – ajuda a trazer mais visibilidade para sua marca;
  • SEO – permite que seu negócio seja encontrado com mais facilidade;
  • Mais vendas – possibilita técnicas de vendas personalizadas;
  • Métricas avançadas – permite que você entenda melhor o perfil dos seus clientes;
  • Publicidade – oferece flexibilidade na divulgação da empresa;
  • Personalização – liberdade para personalizar a página livremente;
  • Comunicação – disponibiliza várias formas de comunicação com os visitantes;
  • Baixo custo – um site pode sair bem barato ou até de graça.

O site é a vitrine do seu negócio, ele exibe o que você quer que sua audiência veja, exatamente do jeito que você quer. Um site permite que você apresente a sua empresa, com as informações mais relevantes do seu negócio e cause uma boa impressão para os visitantes.

A rede social serve como um instrumento para facilitar o compartilhamento, proporcionando maior engajamento e interação dos usuários do seu site. Se você tiver um blog no seu site, por exemplo, você pode usar as redes sociais para compartilhar seus artigos e alcançar mais pessoas interessadas no seu negócio.

Credibilidade e fortalecimento da marca

Todas as empresas e marcas de renome reconhecem a importância de um site. É difícil encontrar um negócio bem estabelecido que não invista numa presença online. Um dos motivos disso está na credibilidade que um site traz para a marca, facilitando o acesso através do seu endereço online.

Com o crescente acesso à tecnologia, as pessoas estão constantemente na internet, buscando novas experiências, soluções para os seus problemas, produtos e serviços. Assim, deixando de ter um site, a empresa não só dificulta o acesso para essas pessoas, como também passa a impressão de ser ultrapassada.

Mais visibilidade para seu negócio

Um site traz mais possibilidades para desenvolver a parte de marketing digital na sua empresa, aumentando o alcance do seu negócio para diferentes audiências. Uma estratégia bastante utilizada é a de marketing de conteúdo, em que o conteúdo que é produzido para o site aumenta sua visibilidade e alcance.

Um site é a vitrine para o seu negócio, o seu recurso mais importante.

É comum ver esse tipo de estratégia aplicada em sites de credibilidade em forma de blog. Além da importância do site como uma página inicial, que serve como uma vitrine para a empresa, há também a possibilidade trazer de novidades ou artigos relevantes para o público alvo da empresa, trazendo mais visibilidade para o negócio.

Seja encontrado online no Google

Fazer uma pesquisa na internet antes de tomar uma decisão, comprar um produto ou contratar um serviço, é algo muito comum nos dias de hoje. E a forma mais prática de fazer essa pesquisa é usando um mecanismo de busca, como o Google – o principal de busca na internet.

O Google é o site mais acessado na internet, a ferramenta que a grande maioria das pessoas recorre para tirar dúvidas ou resolver problemas. Com um site, é possível investir numa estratégia de otimização SEO (Search Engine Optimization), fazendo com que seu site seja encontrado com maior facilidade na Internet.

Aumento vendas e conversões

Com o site, você consegue promover melhor os seus produtos ou serviços, pois você pode definir exatamente o que deve ser apresentado na página. Tendo controle total da experiência que os visitantes têm ao acessar sua página, as chances de conseguir novos clientes e fazer novas vendas aumentam.

Ao criar um site de vendas, por exemplo, você pode criar uma página personalizada de acordo com as necessidades dos visitantes. Um site que traz um formulário para orçamento ou um chat ao vivo para auxiliar o visitante facilita a interação com e, consequentemente, a concretização de um negócio.

Acesso a métricas avançadas

Para quem quer entender melhor o público alvo, conhecer os visitantes e torná-los clientes, um site integrado com ferramentas de análise de dados pode ser a solução. Um site permite a integração com diversas ferramentas, como Google Analytics, que ajudam a entender comportamento dos usuários do seu site.

As métricas obtidas com esse tipo de integração observam o comportamento do visitante desde o momento que ele acessa o seu site, acompanhando todas as suas ações. Isso deixa clara a importância de um site, pois permite que você identifique o que pode ser melhorado na sua página e tenha mais resultados.

Liberdade de personalização

Uma das principais vantagens de ter um site – principalmente quando comparado com uma rede social –, está no nível de personalização que pode ser obtido. Num site, não há um limite para o que pode ser feito ou customizado, é possível criar um site com estilo que você quiser.

Dessa forma, um site bem personalizado consegue oferecer uma experiência diferenciada para o visitante.

Interação com clientes

Um bom relacionamento com o cliente é importante para qualquer negócio, e um site traz ferramentas para melhorar a comunicação. Com um site, é possível criar uma área para receber o feedback dos visitantes, como críticas e sugestões, mostrando que a empresa está interessada na satisfação dos clientes.

A depender do tipo de negócio, pode ser interessante exibir depoimentos dos clientes ou casos de sucesso. Além disso, ter testemunhos desse tipo causa uma boa impressão para quem nunca ouviu falar do produto ou serviço. Assim, quem visitar o seu site terá exemplos das vantagens que a sua empresa apresenta.

 

Fonte: www.melhorhospedagemdesites.com

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O que são Leads e por que você deve trabalhar com essa estratégia?

Um dos principais objetivos de uma estratégia de marketing digital é gerar contatos capazes de se transformarem em clientes. Leads são maneiras de qualificar esses contatos, e uma gestão eficiente é essencial para alcance de metas. Não à toa, o termo “gestão de leads” se tornou um verdadeiro mantra entre profissionais de marketing.

Ter uma compreensão aprofundada a respeito do comportamento da persona da sua empresa e do nicho de mercado em questão é fundamental para o sucesso de estratégias de comunicação. Entender a jornada de compra do consumidor implica na criação de campanhas e ações voltadas especificamentes para o que o lead deseja. Afinal, Inbound Marketing tem como missão entregar conteúdo e informação certos para a pessoa ideal e no momento em que ela mais precisa!

Saiba porque você deve focar em gestão de leads para maximizar suas oportunidades de negócio!

O que são leads?

Leads nada mais são do que uma pessoa que forneceu dados de contato como nome, e-mail, celular etc. em troca de algo que um site pode oferecer, como conteúdo relevante, testes gratuitos de ferramentas, dentre outros.

Um lead é um visitante que demonstra interesse nos seus serviços ou produtos, e que certamente pode passar de um simples “curioso” para cliente de fato. Existem vários níveis na jornada de compra, e ter em mente que nem sempre aqueles que já decidiram comprar devem ser o centro das atenções!

Qual a importância dos leads para o funil de vendas?

O funil de vendas ou pipeline representa as 3 etapas que o lead percorre, desde o primeiro contato com a empresa até a compra: topo de funil (aprendizado e descoberta), meio de funil (reconhecimento de problema/consideração de solução) e fundo de funil (decisão de compra).

Para que a estratégia de Inbound Marketing seja bem-sucedida e não acabe se  tornando spammer, oferecendo produtos e serviços para todos os leads sem qualificá-los, é preciso entender em que etapa eles se encontram. Assim, você entregará o conteúdo certo para a pessoa certa, uma vez que o perfil dos leads estará bem delineado e direcionado para a decisão de compra.

Portanto, o funil de vendas conduz leads por etapas até a  finalização de uma compra. O principal objetivo é atrair e fidelizar clientes, que se sentirão confiantes e esclarecidos para contratar seus serviços ou adquirir seus produtos.

Como gerar leads para meu negócio?

Após criar um funil de vendas, é preciso definir um plano de ação para trilhar o percurso dos leads. Isso pode ser feito por meio de conteúdo relevante como blog posts, com assuntos e temas de interesse desses clientes em potencial. Assim, um vínculo é estabelecido e você saberá em que momento aquele lead se encontra. Tenha ciência de que todos os estágios do funil são importantes,

É possível também criar um funil de vendas por meio de ferramentas de email marketing, bem como em redes sociais. Vale ressaltar que diversos funis também são uma possibilidade, e quanto mais pontos de entrada um site ou blog tiver, maiores são as chances de capturar cada vez mais leads.

Mais do que gerar volume, é fundamental saber separar cada oportunidade, caso contrário, o grande volume de leads pode ocasionar problemas para a equipe comercial de uma empresa, pois uma gestão ineficaz implica em perda de receita.

Capturar leads é sinônimo de geração de vendas, e administrar seus contatos vai muito além do cadastro: trata-se da manutenção de um relacionamento duradouro de confiança.

 

Dúvidas em relação ao assunto? Deixe um comentário abaixo para que a gente possa ajudar você!

Fonte (www.seomaster.com.br)

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Economizar na microempresa: 5 passos para chegar lá

Na lista de objetivos para o ano de um empreendedor, um item que se repete sistematicamente é: economizar. Com disciplina, organização e uma pitada de inovação, é possível atingir essa meta sem precisar fazer grandes mudanças na estrutura do seu negócio. Seguindo esses 5 passos, você vai chegar lá!

1-Para economizar, é bom saber o que cortar…
O primeiro passo para economizar em sua pequena empresa é conhecer os custos relacionados ao seu negócio. Faça uma análise de custos e liste custos fixos (como gastos de rotina, pagamentos a funcionários, gastos com energia, internet e água) ou custos variáveis (comissão para vendedores, pagamentos de hora extra, embalagens e rótulos).

Ao manter um histórico com a oscilação desses valores, o processo de buscar alternativas para melhorar os custos será mais fácil. Além disso, é possível saber quais são as despesas muito importantes e quais podem ser cortadas.

Com planejamento e organização, você pensará duas vezes antes de sair por aí cortando gastos que lhe pareçam menos importantes. Registrando essas informações, você vai tomar decisões a partir de dados reais e o “achismo” vai perder espaço. Ou seja, você vai acabar economizando.

Monitorar seus gastos fixos e variáveis vai te dar uma visão clara de como os custos oscilam em sua pequena empresa. Não tome decisões de qualquer forma!

2- Reduzindo o consumo
Agora que você conhece os tipos de gastos relacionados ao dia a dia da sua empresa, chegou a hora de entender o que pode ser reduzido em consumo. Isso não significa apagar luzes, desligar condicionadores de ar ou coisas do tipo, calma.

A depender da necessidade de iluminação dos ambientes de sua loja ou escritório, é possível adotar diferentes tipos de lâmpadas para economizar energia. Substitua lâmpadas por outras que consomem menos, retire aparelhos da tomada e, se possível, encontre alternativas para utilizar determinada máquina ou equipamento apenas uma vez ao longo da semana.

Despesas com telefone e internet também podem ser revistas. A depender do seu campo de atuação, é possível que você precise de mais minutos de ligação para telefones fixos ou celulares, ou então pode ser que você não precise de uma internet tão veloz, por exemplo. Compare preços entre diferentes operadoras e priorize serviços gratuitos de comunicação, como o Whatsapp e o Skype.

Evite alocar despesas no cartão de crédito coorporativo ou compartilhado na sua empresa. Se parece uma praticidade em um primeiro momento, é possível que as taxas cobradas pelos bancos te tragam prejuízos em médio ou longo prazo.

3- Negocie com fornecedores
Negociar bem com os fornecedores é uma necessidade para toda pequena empresa economizar. Sem preços bons, os produtos encalham nas prateleiras e isso significa prejuízo. Para conseguir preços melhores, siga estes passos:

Tenha um plano B para não se tornar dependente do fornecedor;
Conheça os seus limites de preço, prazos ou condições de negócio;
Construa relacionamento com o fornecedor e transforme a negociação num processo de ganha-ganha;
Antes de fazer pedidos ao fornecedor, defina uma estratégia para consegui-los;
Cuidado com a postura corporal: não demonstre ansiedade ou certeza demais;
Não se precipite e dê muitas informações logo no início da conversa.

4- A tecnologia como aliada
A tecnologia pode revolucionar a maneira de lidar com contabilidade, hospedagem de site, serviços de marketing e até folha de pagamento. A automação de processos pode te auxiliar a poupar tempo e, como você sabe, tempo é dinheiro.

Antes de escolher qual ferramenta utilizar, é bom fazer algumas perguntas sobre a maneira que você toca o seu negócio:

Quais processos eu consigo executar sem perder tempo?
Há atividades que têm exigido mais tempo de mim do que eu posso dar?
Se eu pudesse automatizar alguma etapa da minha rotina, qual seria?
Procure ferramentas que possam te auxiliar em tarefas que não são bem a sua praia. Há aplicativos que funcionam como controladores de rotina gratuitos, como o Trello, que não precisam nem ser instalados no computador e possibilitam coordenar a rotina de uma equipe pela internet, de maneira integrada e com discriminação de tarefas por colaborador com datas e etapas do processo.

Há programas de computador desenvolvidos justamente para a aplicação no pequeno negócio que permitem integrar em uma única plataforma informações financeiras, controle de vendas, registro de estoque e fluxo de caixa. Se você ainda não conhece os Sistemas de Gestão Integrada (SGI), é uma boa hora para pesquisar a respeito.

Utilizar tecnologia para automatizar processos é uma maneira de economizar sem grandes investimentos. Sistemas de automação e armazenamento na internet cabem em seu orçamento!

5- Papel para quê?
Os únicos documentos que precisam ser armazenados em sua versão física são aqueles que contêm assinaturas. Todos os demais papéis podem ser armazenados em sistemas de nuvem – quando se armazena dados na internet – a partir da digitalização de documentos!

Essa pequena mudança te permite poupar espaço em seu escritório, economizar com papel e impressões, e ainda vai facilitar o compartilhamento de documentos que precisam ser usados por mais de uma pessoa ao mesmo tempo. Mas se você ainda não sabe o que é uma nuvem, nós vamos te explicar.

O armazenamento em nuvem utiliza a internet para guardar seus dados em segurança. Em um ambiente virtual, seus arquivos poderão ser acessados a partir de smartphones, computadores ou tablets em qualquer lugar do mundo que tenha acesso à internet. O serviço não custa mais de R$ 60 ao mês e vai facilitar muito a sua vida na hora de trabalhar na elaboração de um contrato de venda ou prestação de serviço, por exemplo.

Ainda é possível armazenar mais dados do que apenas documentos ou relatórios. Informações estratégias e o uma cópia de segurança com o histórico dos exercícios financeiros da sua loja ou empreendimento também podem ser alocados na nuvem, em segurança, para quando for preciso retomá-los. Você não correrá mais o risco de perder seus arquivos para sempre!

Conheça as despesas, corte no lugar certo e invista em tecnologia para economizar
Para economizar em sua pequena empresa, você precisa saber para onde o dinheiro está escoando. Ao conhecer suas principais despesas, fica mais fácil cortar o que não é indispensável e você poderá focar na negociação com fornecedores para diminuir o custo daquilo que impacta diretamente em suas vendas. Com apoio da tecnologia, tudo isso pode ficar mais fácil e economizar vai fazer parte da sua rotina!

Fonte (blog.serasaempreendedor.com.br)

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Como fazer segmentação de mercado?

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Antes de qualquer coisa: se entenda

Você não vai conseguir definir seu público se não compreender o seu produto a fundo, não é mesmo? Por isso, estude a si mesmo e entenda o que você oferece, quais dores do mercado soluciona, quais você acredita que sejam seus diferenciais no mercado.

Fazer essa análise vai te ajudar (e muito) na hora de entender qual o seu público e os motivos pelos quais ele escolheria comprar sua marca. Além disso, essa reflexão pode te dar vários insights para ações de divulgação.

Entenda seu público

Pode parecer óbvio, mas é sempre bom lembrar: entender seu público alvo, como ele pensa e consome, é um passo fundamental na hora de definir sua segmentação de mercado.

E na hora de reconhecer e entender seu público, você pode se basear em alguns pontos estratégicos, como:

  • Relevância: será que aquele público é realmente relevante para a sua empresa?
  • Volume numérico: seja qual for a segmentação escolhida, você deve garantir que ela atenda sua capacidade de produção, claro
  • Acessibilidade: é preciso que aquele público esteja ao alcance da sua marca e suas ações de marketing – de nada adianta segmentar seu público alvo como pessoas com mais de 60 anos e focar seus recursos em redes sociais, por exemplo.
  • Rentabilidade: pense se aquela segmentação e sua situação financeira consegue cobrir os gastos do seu projeto
  • Foco: pense qual o valor dado por aquela segmentação ao seu produto – ela realmente compraria o que você está oferecendo?

Uma ótima maneira de conseguir as respostas desses questionamentos é o investimento em pesquisas de mercado. A Pesquisa de Segmentação de Mercado, por exemplo, é uma forma de identificar as características dos seus consumidores, quais são os níveis de demanda pelo seu produto ou serviço e os meios pelos quais o seu público consome esse produto. Todas essas informações serão essenciais para o seu negócio, já que, por meio delas, você será capaz de tomar decisões estratégicas para o seu negócio.

Estude bem as necessidades que o seu cliente ou potencial cliente tem e procure formas rápidas de resolvê-la. Um bom produto vende-se praticamente sozinho se ele for relevante para quem tá comprando.

Um exemplo de como fazer segmentação de mercado bem sucedida é a FishTV, que é um grande cliente aqui da Samba. Ela começou como uma WebTV que tem conteúdo especializado em pesca e agora está disponível em alguns pacotes de TV a cabo. Mas, o interessante disso tudo é que é um conteúdo de nicho, que fala sobre pesca, e que tem uma audiência enorme. Eles conheciam o público que queriam alcançar, entenderam a necessidade de conteúdo sobre esse assunto e decidiram arriscar.

Quando você conhece bem a segmentação à qual o seu produto se dirige, fica muito mais simples não apenas adequar seu produto e modelo de venda para ela, mas sua comunicação em geral com o consumidor.

O ambiente de mercado e seus principais concorrentes

Um outro ponto que você precisa analisar na hora de planejar o seu negócio e a segmentação de mercado em que ele vai atuar é a sua concorrência. Entender qual é o público, os meios de compra e, principalmente, as estratégias que ele usa é fundamental.

Benchmarking

O primeiro passo para fazer essa análise pode ser um benchmarking.

Benchmarking é um processo de comparação de produtos, serviços e práticas empresariais, e é um importante instrumento de gestão de negócios. O Bench não precisa ser, necessariamente, apenas com os seus concorrentes. Aqui na Samba, por exemplo, nós costumamos sempre trocar uma ideia com as outras Startups do San Pedro Valley para entender quais são as ações que mais têm dado certo para cada negócio.

A ideia de um bench é conseguir insights para a sua empresa – e com isso queremos dizer não apenas em termos de segmentação de mercado, estratégias de marketing e venda, mas também a respeito da própria estrutura da sua empresa e seus processos organizacionais.

Análise FOFA

Uma outra análise que pode ser feita é a Análise SWOT – essa sigla é um acrônimo para Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats. Traduzindo para o bom e velho português, esse tipo de estudo ganha um nome engraçadinho e, por isso mesmo, fácil de lembrar: Análise FOFA – isto é, as Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças do/para o seu negócio.

Essa é uma ferramenta basicamente utilizada para fazer a análise de cenário (ou análise de ambiente) e é usada como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa. E é exatamente em função da sua simplicidade que ela se torna extremamente versátil, podendo ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

A FOFA funciona focando em dois âmbitos: o ambiente externo e o ambiente interno da sua empresa ou projeto. Observe o gráfico abaixo:

No âmbito interno temos as forças e as fraquezas, que são determinadas pela posição atual do negócio. Fazendo essa análise, a ideia é que você olhe para dentro do seu negócio e atente-se à fatores que necessitam de melhora – seja no seu produto, nas suas estratégias de marketing, ou na forma como você está vendendo, por exemplo.

Já o âmbito externo foca-se mais nas oportunidades e as ameaças. Aqui a ideia é que você consiga fazer antecipações do futuro, permitindo a identificação de aspectos que podem representar problemas (ameaças) à implementação de determinadas estratégias – um fornecedor ou um parceiro que não seja comprometido, por exemplo -, e de aspectos que podem se caracterizar como apoios (oportunidades) para alcançar os objetivos e metas delineados para o seu negócio.

Criando personas

Para facilitar o estudo do seu público, a dica é que você crie uma persona. A persona é a representação fictícia do seu cliente ideal. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos seus clientes, e pode ter elementos pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações.

Aqui a ideia é que você crie uma pessoa que realmente compraria o seu produto: dê nome, idade, profissão, hábitos, hobbies e até mesmo um rosto. Apesar de parecer um pouco estranho no início, são essas personas que vão te ajudar (e muito!) a guiar toda a sua estratégia de negócios.

Para construir a sua persona você pode se basear em alguns pontos, como estes que vamos ver a seguir:

  • Quem é o seu potencial cliente? (características físicas e psicológicas de quem vai comprar o seu produto ou contratar o seu serviço)
  • Que tipo de assunto sobre seu setor chamaria sua atenção?
  • Quais são as atividades, seus hábitos e hobbies (tanto pessoalmente quanto profissionalmente)?
  • Qual seu nível de instrução? Quais seus desafios e obstáculos?
  • Que tipo de informações ele consome e em quais veículos?
  • Quais são seus objetivos, suas dificuldades e desafios?
  • Como você poderá ajudar essa persona?

Como forma de auxílio na hora de dar vida às suas personas, uma boa dica é a ferramenta Gerador de Personas – lá, você vai conseguir ter uma visão mais fácil e ampla do seu cliente potencial. É possível – e é até indicado, inclusive – que você tenha mais de uma persona. A ideia é que você consiga, de fato, analisar todos os possíveis compradores, já que todo o seu negócio será construído para eles.

Entendendo o tipos de segmentação de mercado

Existem vários tipos de segmentação de mercado possíveis, mas vamos passar aqui por aquelas mais comuns: a geográfica, a psicográfica e a comportamental.

Segmentação geográfica

Uma das formas de fazer segmentação de mercado é por localizão geográfica. Chamamos de segmentação geográfica quando você separa seu público em diferentes instâncias como país, estado, cidade e – porque não? – até mesmo bairros. A ideia aqui é que você tenha uma visão de onde seu público alvo se encontra para, assim, poder poder decidir onde atuar, ou onde focar seus recursos.

Além disso, quando você sabe onde seus clientes estão, você pode adequar seu produto e suas estratégias de marketing aos valores e costumes locais, por exemplo.

Segmentação Psicográfica

Esse tipo de segmentação visa entender o grupo estudado a partir de seu estilo de vida, suas atitudes, opiniões, seus valores e hábitos. Traçando esse perfil você vai conseguir, por exemplo, a chave para elementos emocionais que podem te ajudar na hora de influenciar seus clientes a escolherem sua marca.

Segmentação comportamental

Essa segmentação visa obter resultados a respeito do relacionamento que o cliente mantém com a sua marca especificamente. Ele é responsável por entender como, quando e onde consomem o que você vende, por exemplo – assim você pode adequar seu produto, além de conseguir insights para expandir as dores que ele soluciona.

Estabelecendo o posicionamento da sua empresa

Depois de fazer todas essas análises, você vai poder começar a construir o posicionamento do seu negócio.

Posicionamento é um termo um pouco subjetivo, mas que, na prática, nada mais é do que o espaço que as marcas e as empresas ocupam no mercado. A ideia aqui é conseguir montar estratégias para que sua marca ocupe um espaço de destaque na mente das pessoas quando, de alguma forma, for mencionada. O posicionamento é aquilo que faz um consumidor – e, principalmente, o público alvo – escolher a sua marca quando em frente à outras.

Se ficou um pouco confuso, vamos usar um exemplo. Pense na Coca Cola – o que vem a sua cabeça? A franquia de refrigerantes mais conhecida ao redor do mundo? O refrigerante de Cola mais popular? Ou, quem sabe, até mesmo a cor vermelha? Pois é exatamente isso um posicionamento de empresa: estrategicamente se destacar por ser a maior, a melhor, a mais barata, a mais cara, etc, dentre as outras.

A Samba, por exemplo, se posiciona como referência no mercado de venda e distribuição de vídeos online no Brasil. A Rock Content já se posiciona como referência em Marketing de Conteúdo. A SMARTalk é referência em apresentações de impacto e por aí vai…

No entanto, é importante que você tenha em mente a necessidade de seu posicionamento deve se caracterizar como um compromisso que realmente pode ser entregue pelo seu produto – até porque, promessas falsas podem levar ao posicionamento negativo.

Tudo bem, mas o que o posicionamento tem a ver com a sua segmentação de mercado? – você deve estar se perguntando. Com todo o rendimento da pesquisa feita para levantar o público alvo da sua empresa, você vai conseguir ter uma visão mais ampla e objetiva sobre o que as pessoas pensam do seu produto e/ou marca. Dessa forma, você consegue construir um posicionamento adequado e que tenha um objetivo mais estratégico na hora de conseguir se sustentar como o número um daquela segmentação de mercado específica.

Tenha em mente, no entanto, que o posicionamento de mercado é algo que é adquirido com o tempo. Nenhum negócio nasce como referência no assunto e uma das formas de construir esse posicionamento é por meio das estratégias de marketing.

Monitore e faça ajustes constantes

Você com certeza já sabe – mesmo que como consumidor – da dinamicidade do mercado, não é mesmo? Pois é exatamente isso que você deve ter em mente durante toda a trajetória da sua empresa: o mundo está em complexa mudança e, por isso mesmo, as coisas mudam; as pessoas, suas necessidades e seus gostos mudam; a concorrência muda e, assim, você também deve seguir o curso de mudança.

Por isso, é preciso ter a preocupação de sempre monitorar e se adequar ao público alvo! Faça pesquisas constantes e analise dados como a expectativa e necessidade das suas personas e mude suas estratégias e sua segmentação de mercado sempre que achar necessário.

 

Fonte: (sambatech.com – Editado)

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O que é segmentação de mercado?

O primeiro passo para se realizar essa estratégia de forma efetiva é entender, de fato, o que é segmentação de mercado. O objetivo de segmentar é encontrar exatamente o cliente ideal para o seu negócio, afinal, entender quem ele é e a melhor forma de chegar até ele.

De forma simples, segmentar o mercado é separá-lo em grupos específicos de clientes que possuem características e objetivos semelhantes. Pense só, em uma sociedade tão heterogênea, formada por pessoas das mais diferentes características, como idade, gênero, classe social, hobbies e interesses, é muito difícil que o seu produto agrade a todos. Portanto, realizar a segmentação do mercado é retirar desse grande caldeirão de pessoas diferentes, grupos menores que possuam características semelhantes.

Você pode separá-las de acordo com:

  • Características: São homens ou mulheres? Qual a faixa etária deles? Qual a classe social dessas pessoas?
  • Hábitos de compra: Esses clientes compram mais pela internet ou em lojas físicas? Qual a melhor época do ano para vender para eles? Qual o preço que estão dispostos a pagar por um produto ou serviço?
  • Necessidades: O que esses clientes precisam para melhorar seu dia a dia ou seu negócio e como posso oferecer isso a eles?
  • Desejos e vontades: O que esse cliente deseja e como posso oferecer da melhor forma?

A partir dessas informações você pode começar a separar esses clientes em segmentos e montar estratégias específicas – de marketing, por exemplo – para chegar até eles.

Segmentação de mercado digital

A segmentação de mercado é essencial não só para os negócios físicos, mas também para os que trabalham com empreendimentos digitais. Na internet, tais segmentos específicos são chamados de nichos e, ao trabalhar nesse mercado, é ainda mais importante – e muito mais efetivo! – realizar essa segmentação.

No caso da internet, explorar nichos pode ser ainda mais fácil, pois eliminam-se as barreiras geográficas. Desse modo, com as ações de marketing planejadas para o nicho, é possível alcançar muito mais pessoas que realmente estão interessadas em comprar seu produto ou serviço.

Mas afinal: por que segmentar o mercado é importante para seu negócio?

Antes de qualquer coisa, é preciso que você entenda que quando falamos em público alvo, estamos falando de todas aquelas pessoas que têm a possibilidade de serem impactadas pelo seu produto ou sua marca – ou seja, todos que tiverem algum tipo de participação ou influência na decisão de compra do consumidor final.

Passado esse ponto, para explicar um pouco da importância do seu público, vamos entrar na teoria da Cauda Longa e voltar aos anos 80. Madonna, Prince, Michael Jackson e Bon Jovi estavam nos topos das paradas musicais e todos os jovens da época queriam ouvir os discos desses artistas. As lojas de discos não conseguiam acompanhar a demanda por essas músicas e era preciso ajustar os espaços nas prateleiras: saem os menos vendidos e entram os que garantem o sucesso da loja.

Isso é comum para qualquer comércio que trabalhe com produtos que têm muita procura, os chamados hits. Afinal, em um negócio tradicional, não faz nenhum sentido manter um produto que não “paga as contas” encostado na prateleira. Mas, quando pensamos em um negócio digital, a lógica é um pouco diferente.

Do mesmo jeito que existiam muitos jovens buscando por produtos da época, existiam aqueles que fugiam à regra. E imagine como deveria ser difícil para eles encontrarem uma música ou um livro que não era conhecido popularmente.

Hoje, graças à internet, essa situação mudou, principalmente quando falamos de músicas, filmes e livros. E é aí que surge um novo conceito para este mercado: o de Cauda Longa. Esse conceito, em termos básicos, explica que, em uma loja, por exemplo, apenas alguns produtos são responsáveis por grande parte da receita.

Isso quer dizer que os outros produtos eram menos vendidos mensalmente e traziam pouco lucro para a casa. Neste exemplo, o dono da loja tinha um público muito amplo e era difícil planejar as ações que envolvessem todos eles. Ao focar em um determinado nicho de mercado, com um público bem definido, suas ações serão bem mais assertivas.

O conceito da cauda longa exposto no exemplo acima nos mostra a importância da segmentação de mercado para o seu negócio. Com uma boa pesquisa e análise de dados, você consegue identificar o segmento que oferece mais oportunidades para o se negócio e, com isso, você consegue elaborar suas estratégias de marketing de forma mais eficiente e estabelecer uma boa comunicação, portanto, um bom relacionamento com o seus clientes.

Por fim, você ainda consegue aumentar seu lucro reduzindo seus custos. Parece loucura? A gente explica melhor: com um público alvo bem definido você consegue utilizar melhor seus recursos, uma vez que já sabe exatamente quem quer e precisa atingir. Com isso, você ainda tem um aumento dos lucros, uma vez que sua empresa vai se relacionar, basicamente, com clientes que têm uma possibilidade maior de converter em vendas!

Recapitulando…

A segmentação de mercado é importante porque:

  • Traz identificação do público que realmente está interessado no que você tem a oferecer, te dando oportunidades de negócio;
  • Embasa suas estratégias de marketing de um modo mais eficiente;
  • Ajuda a entender como e por quais meios se comunicar com seu público alvo;
  • Te ajuda a aumentar seu lucro diminuindo seus gastos.

Fonte: (sambatech.com – Editado)

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O que é um site institucional?

Ao visualizar o catálogo virtual de uma agência de Marketing Digital é bem possível que você encontre os serviços de criação de sites institucionais e criação de loja virtual . Todos nós já sabemos um bocado sobre lojas virtuais, mas o que é um site institucional?

Para responder essa pergunta, elencamos 10 características comuns na produção e divulgação desse tipo de interface web, confira:
• História da empresa

O site institucional expõe a história da empresa ao longo do tempo com a finalidade de mostrar o quanto ela é tradicional e querida pela sociedade.
• Cultura organizacional

Além da história da empresa, esse tipo de site também apresenta a Missão (razão de sua existência), a Visão (a previsão positiva do futuro) e os Valores (as qualidades éticas) da organização.
• Produtos e serviços

As características e os benefícios dos produtos e serviços com os quais a empresa pretende concretizar a sua Visão de um futuro melhor para a sociedade.
• Contatos

A apresentação dos telefones, e-mails, endereços e responsáveis pela companhia, o que gera na mente dos visitantes do site institucional um efeito de credibilidade e confiabilidade.
• Relacionamento com compradores e fornecedores

Como o site institucional não é uma loja virtual, que comumente vende produtos no varejo, ele geralmente visa melhorar o relacionamento com compradores e fornecedores.
• Clientes

O site institucional expõe uma página de cases onde narra as histórias de sucesso, isto é, onde conta como solucionou os problemas e adiantou a vida dos clientes da empresa.
• Blogue

Atrelado ao site institucional, o blogue serve para divulgar as últimas novidades da empresa. Ele também serve para educar e ajudar as pessoas na utilização de seus produtos e serviços.
• Redes sociais

As redes sociais facilitam o trabalho de divulgação da empresa quando são conectadas ao blogue. Serviços como o Facebook Marketing são uma mão na roda da publicidade nesse contexto.
• Assessoria de imprensa

Serviço visa divulgar inovações da empresa na Pequena, Média e Grande Imprensa. Um redator produz um release, vincula-o ao site institucional e envia para as redações, que o transformam em notícia.
• Responsividade

No contexto da criação de sites , responsividade é um recurso que visa adaptar o site institucional às exigências e tamanhos de telas dos notebooks, smartphones, desktops e outras tecnologias.

Fonte: http://geracaointerativa.com.br/noticias-marketing-digital/o-que-e-um-site-institucional.html

Entendeu o que é um site institucional? Quer projetar e criar o seu agora? Se a sua resposta for “sim”, ligue (16) 3201-7600 e fale agora mesmo com a Güte!